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    <title>Cachaça Antonieta</title>
    <link>https://www.cachacaantonieta.com.br</link>
    <description>Blog de cachaça, cultura, bebida, gastronomia e bons papos</description>
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      <title>Cachaça Antonieta</title>
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    <item>
      <title>A importância da arte em tempos difíceis</title>
      <link>https://www.cachacaantonieta.com.br/a-importancia-da-arte-em-tempos-dificeis</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         A arte, um lugar para existir
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Em
         &#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  
         1962 o Brasil vencia a copa do mundo FIFA de Futebol, o filme O pagador de Promessa do brasileiro Anselmo Duarte ganhava o Palma de Ouro em Cannes, e a Bossa Nova era apresentada aos americanos em NY em um show de João Gilberto, Tom Jobim e Carlos Lira.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar da inflação e da crise socioeconômica que antecedia a ditadura militar de 64, a arte não só prevaleceu como também conseguiu extrair beleza da realidade e dar esperança àqueles que encontravam acolhimento nela.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Hoje, 58 anos após esse período e em meio a uma epidemia, continuamos encontrando na arte uma espécie de refúgio. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É o caso do escritor Zack Magiezi, autor dos livros Para o Amor que Vai Chegar, Notas Sobre Ela e Estranheirismos, que em meio as adversidades causadas pela pandemia descobriu na arte um novo lugar para existir.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “O que eu mais senti durante o isolamento foi o fato de perder a rotina. Toda quinta feira eu costumava ir ao cinema e ver um filme, toda terça feira ia a livraria e assim por diante. Quando isso, e até mesmo as outras coisas mais básicas do dia a dia, foram subtraídas eu me senti muito afetado. Eu procurei na arte uma forma de passar por esse momento. A arte se tornou um universo paralelo, um lugar para existir. Mergulhei nos livros, nos filmes. Conheci novos artistas, novos autores, pintores, novas ideias, um novo mundo, e tenho buscado nesse novo mundo inspiração para as minhas produções” diz o artista.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O isolamento social nos convidou a fazer o movimento de voltar a atenção para dentro e pensar em formas criativas de solucionar problemas e transformar a rotina. Nesse processo a arte sempre esteve presente, embora muitas vezes  sua presença tenha sido negligenciada. Durante o isolamento social fomos introduzidos como nunca ao universo digital e tivemos acesso a iniciativas artísticas como os filmes e séries, transmissões de orquestras, apresentações musicais, e até mesmo a um espaço livre para expressar ideias e emoções experimentadas nesse período. Tudo isso nos inspirou e nos possibilitou experimentar a vida de um outro jeito.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Também foi nesse contexto experimental, em meio ao COVID 19, que surgiu o CAM - Covid Art Museum - um museu de arte digital que explora a percepção artística que os internautas tem sobre a pandemia. O CAM é alimentado por pessoas de todo o mundo, através da hashtag #CovidArtMuseum e recebe obras que vão da fotografia a instalações, passando por ilustrações e esculturas. As postagens vão além da simples divulgação de arte e, certos trabalhos, instigam o internauta com questionamentos sobre as consequências de um longo período como esse. Lembrando que para ver as obras do museu você não precisa se deslocar espacialmente, basta digitar a hashtag e você tem acesso a todas as criações de onde você estiver. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para acompanhar, siga no instagram:  https://www.instagram.com/covidartmuseum/?utm_source=ig_embed
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As dificuldades dos tempos atuais nos obrigam a "pensar fora da caixa". Talvez seja por esse motivo que a arte tem intensificado sua presença. É através dela que somos instigados a perceber e (re)criar uma realidade material de formas diferentes; esse processo também se replica a nível subjetivo e evidencia nossa habilidade de reinvenção enquanto indivíduos e enquanto sociedade - é também por esse motivo que podemos afirmar que a arte desempenha um forte papel social.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a artista Carina Santos, a arte é uma maneira de ver e pensar o mundo para além de nossos próprios interesses e nosso próprio universo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Assim como a filosofia ou a química, a arte  nos ajuda a perceber o entorno, o outro e nós mesmos. Em tempos como este, onde a noção do “eu” parece se tornar tão exacerbada e insensível que permite, a uma grande parte da sociedade, não se comover com o sofrimento alheio, com a ameaça de vida que recai, especialmente sobre a população mais empobrecida e marginalizada, a arte me parece ser nossa única bóia de resgate.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A arte enquanto dinâmica social, visa promover o bem estar não apenas de um indivíduo mas de um grupo inteiro. Atua como um lugar de pertencimento, uma forma de produzir cultura e resistir. Suas dinâmicas também ajudam a criar senso de empatia e união.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De uma forma ou de outra, a herança criativa da arte segue salvando vidas e possibilitando a ressignificação de momentos como esse que estamos vivendo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De 1962 até aqui, podemos dizer que muita coisa mudou. Os tempos mudaram, as formas de fazer arte mudaram, mas o valor do fazer artístico continua o mesmo. Continuamos encontrando nele uma possibilidade de reinvenção, resistência e força.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           John Cheever já dizia, "a arte é o triunfo sobre o caos". Que por meio dela, possamos triunfar novamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um brinde a essa esperança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 15:29:11 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Degustando Cachaça com Arte - Literatura</title>
      <link>https://www.cachacaantonieta.com.br/degustando-cachaca-com-arte-literatura</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dando continuidade à série Degustando Cachaça com Arte, trouxemos algumas dicas de harmonização da cachaça com literatura. A literatura, assim como uma boa bebida, tem o poder de nos transportar para vários lugares. Dessa forma, ler e degustar cachaça podem proporcionar experiências sensoriais e afetivas riquíssimas ou até mesmo reviver memórias há muito esquecidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Curiosidade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo feito pela Universidade de Graz, na Áustria demonstra que o álcool, quando ingerido com moderação tende estimular a criatividade. Nesse caso, degustar uma dose de Cachaça ao ler pode aguçar sua imaginação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segue nossa sugestão de harmonização de Cachaça com Literatura:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ler degustando Antonieta Amburana
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, inicia o Livro do Desassossego, uma leitura que deve ser feita sem pressa e sem necessidade de ordem específica, a gosto de quem lê, com inúmeras pausas para reflexões e para perceber as inquietações nele contidas. O Livro do Desassossego é um relato de tudo que se vive e percebe-se com e sem a consciência, deixando à mostra toda genialidade de Pessoa enquanto um de seus mais de 70 heterônimos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Hora da Estrela, de Clarice Lispector
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ler degustando Antonieta Jequitibá
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O livro conta a história da nordestina Macabéa, mulher feia e alienada, que se muda para o Rio após perder sua tia. Ela trabalha como datilógrafa  e passa suas horas livres ouvindo a Rádio Relógio. Logo ela se apaixona por Olímpico de Jesus, um metalúrgico nordestino, que a trai com sua colega de trabalho. E é depois de receber um conselho da própria 'colega' que Macabéa resolve ir a uma cartomante, e em pouco tempo verá sua hora da estrela chegar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ler degustando Antonieta Pura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Noite na Taverna", publicado em 1855, é uma autêntica representante da escola Byroniana do Romantismo no Brasil. Escrita por Álvares de Azevedo, trata-se de uma obra repleta de fantasia e composta por cinco personagens que se reúnem em uma taverna e compartilham entre si histórias macabras enquanto bebem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gostou das nossas sugestões?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já pensou em qual livro da sua estante você harmonizaria com a sua cachaça?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aproveite esse momento para se inspirar e e compartilhe com os amigos e amigas apaixonados (as) por literatura e uma boa harmonização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: Karine Padilha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/03440cc5/dms3rep/multi/2020-06-20+07.25.40+1.jpg" length="718762" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 20 Jun 2020 23:12:01 GMT</pubDate>
      <author>bittenrenato@gmail.com (bittencourt)</author>
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    </item>
    <item>
      <title>Degustando Cachaça com Arte -  Música</title>
      <link>https://www.cachacaantonieta.com.br/degustandocachacacomarte-musica</link>
      <description>Nesse primeiro post da série Degustando a Cachaça com Arte, vamos listar alguns músicos que harmonizam com nossas Cachaças.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A degustação de uma cachaça proporciona uma experiência sensorial completa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o processo de degustação, todos os sentidos são estimulados. São os sentidos que possibilitam que além de reconhecermos um destilado, possamos criar memórias sobre ele, sentimentos, lembranças, afetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de abordar a relação Cachaça e Arte, vamos falar brevemente sobre como os sentidos, inclusive o da audição, funcionam em uma degustação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Tato
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao tocar a garrafa, a textura do rótulo, da taça, o tato está sendo estimulado na degustação da cachaça. O estímulo desse sentido nos permite uma apropriação do que temos em mãos e nos liga diretamente ao objeto, fazendo com que ele se torne algo mais do que uma simples garrafa ou uma simples taça. É a nossa taça, a nossa garrafa, o nosso gosto. Isso faz do Tato um sentido que contribui de uma forma muito rica na experiência de degustação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Olfato 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao apreciar a cachaça é comum levá-la até o nariz para sentir suas notas, que podem ser doces, amadeiradas, florais, herbáceas. Isso nos permite identificar a personalidade da bebida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na degustação de uma cachaça o olfato também funciona produzindo ou ativando memórias e sensações, entre elas a memória afetiva, que nos transporta para outro tempo. Portanto podemos afirmar que a degustação de uma cachaça tem esse poder de nos fazer viajar nos anos, sem sair do lugar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Paladar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao levar a cachaça à boca, todas as papilas gustativas são estimuladas e a experiência se torna mais complexa. É através do paladar que identificamos o gosto daquilo que estamos apreciando. E é de estimular e educar o paladar que vamos ampliando repertório para reconhecer notas e sabores das mais variadas cachaças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A visão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante uma degustação, ao observarmos a cachaça, podemos identificar sua coloração, cristalinidade e untuosidade. E através dessa análise, compreender um pouco mais sobre sua qualidade e complexidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, todos os outros estímulos visuais que presenciamos ao redor enquanto degustamos a cachaça influenciam em nossa percepção sobre ela, nos permitindo registrar uma memória, um momento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Beber cachaça assistindo um filme, beber cachaça vendo o mar, vendo um show ou até mesmo ao rever aquele amigo ou amiga no bar: cada experiência sensorial visual ligada à cachaça oferecerá aquele ou aquela que a degusta, uma percepção diferente, um momento diferente. Por isso, a importância de buscar estímulos agradáveis enquanto degustamos a bebida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A audição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A audição é um dos sentidos mais subestimados em uma degustação. Afinal, é possível estimular o sentido do tato, do olfato, da visão e do paladar ao tocar, cheirar, ver, provar a cachaça mas como estimular o sentido da audição em uma degustação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi buscando responder essa questão que passamos a prestar atenção nas possibilidades de harmonizar a cachaça com um som. E foi daí que surgiu a ideia de harmonizar a cachaça com música.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso nesse primeiro post da série Degustando a Cachaça com Arte, vamos listar alguns músicos que harmonizam com nossas cachaças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gostou?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então liga o som, prepara a taça e vem com a gente nesse embalo!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tom Jobim harmoniza com Antonieta Amburana
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jobim tem um trabalho harmônico, doce, de voz aveludada, que harmoniza com nossa Antonieta Amburana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para degustar ouvindo "Só Danço o Samba”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vinicius de Moraes harmoniza com Cachaça Antonieta Jequitibá
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vinicius tem um trabalho suave, com uma leve picância e complexidade, assim como nossa Antonieta Jequitibá. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para degustar ouvindo “Samba da Benção”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elza Soares harmoniza com Cachaça Antonieta Pura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elza tem um trabalho forte, cheio de personalidade, assim como a Antonieta Pura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ouvir degustando “Espumas ao Vento”﻿.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esperamos que tenham gostado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não esqueçam de curtir e compartilhar com os amigos e amigas apaixonados (as) por uma boa degustação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto de Ipanema - Rio de Janeiro por H4G2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.flickr.com/photos/hgr-/6984753456/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.flickr.com/photos/hgr-/6984753456/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ﻿
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2020 02:58:40 GMT</pubDate>
      <author>bittenrenato@gmail.com (bittencourt)</author>
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